quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Que Obaluaê leve...


Estou me recuperando de uma infecção urinaria que me colocou na cama por 20 dias. Muitas dores na perna, coluna, febre alta e falta de ar. Fiquei sem consegui andar, mas é jogar a quizila de lado pedi para Obaluaê levar toda a doença e me deixar com muita saúde para lutar pela vida. Xô doença!!!     

Cabelo, cabeleira...


sexta-feira, 4 de maio de 2012

Programa Legal




Encontro com minha amiga Edna e esta noite foi beeeeeeem boa...Primeiro parada obrigatória em Dinha do acarajé no bairro do Rio vermelho com direito a conversa fiada, conversa importante, cerveja e vinho pra molhar a guela, beijú, e é claro, acará. 


Depois esticamos até a 4h da matina no Idearium dançamos ao som do Trio Bemba regado desta vez de caipirinha e cuba livre. Fazia tempo que não saia para dançar. Se quer saber, sim beijei, um pernambucano que estava de passeio na cidade que nem lembro o nome, faz parte! RS*


Amiga precisamos ter mais noites assim...Que tenha replay...Momento bom, CONGELA!! 

quarta-feira, 18 de abril de 2012

TV brasileira: Não me vejo por aqui...

Novelas brasileiras passam imagem de país branco, critica escritora moçambicana

Brasília - "Temos medo do Brasil." Foi com um desabafo inesperado que a romancista moçambicana Paulina Chiziane chamou a atenção do público do seminário A Literatura Africana Contemporânea, que integra a programação da 1ª Bienal do Livro e da Leitura, em Brasília (DF). Ela se referia aos efeitos da presença, em Moçambique, de igrejas e templos brasileiros e de produtos culturais como as telenovelas que transmitem, na opinião dela, uma falsa imagem do país.

"Para nós, moçambicanos, a imagem do Brasil é a de um país branco ou, no máximo, mestiço. O único negro brasileiro bem-sucedido que reconhecemos como tal é o Pelé. Nas telenovelas, que são as responsáveis por definir a imagem que temos do Brasil, só vemos negros como carregadores ou como empregados domésticos. No topo [da representação social] estão os brancos. Esta é a imagem que o Brasil está vendendo ao mundo", criticou a autora, destacando que essas representações contribuem para perpetuar as desigualdades raciais e sociais existentes em seu país.

"De tanto ver nas novelas o branco mandando e o negro varrendo e carregando, o moçambicano passa a ver tal situação como aparentemente normal", sustenta Paulina, apontando para a mesma organização social em seu país.  

A presença de igrejas brasileiras em território moçambicano também tem impactos negativos na cultura do país, na avaliação da escritora. "Quando uma ou várias igrejas chegam e nos dizem que nossa maneira de crer não é correta, que a melhor crença é a que elas trazem, isso significa destruir uma identidade cultural. Não há o respeito às crenças locais. Na cultura africana, um curandeiro é não apenas o médico tradicional, mas também o detentor de parte da história e da cultura popular", detacou Paulina, criticando os governos dos dois países que permitem a intervenção dessas instituições.

Primeira mulher a publicar um livro em Moçambique, Paulina procura fugir de estereótipos em sua obra, principalmente, os que limitam a mulher ao papel de dependente, incapaz de pensar por si só, condicionada a apenas servir.

"Gosto muito dos poetas de meu país, mas nunca encontrei na literatura que os homens escrevem o perfil de uma mulher inteira. É sempre a boca, as pernas, um único aspecto. Nunca a sabedoria infinita que provém das mulheres", disse Paulina, lembrando que, até a colonização europeia, cabia às mulheres desempenhar a função narrativa e de transmitir o conhecimento.  

"Antes do colonialismo, a arte e a literatura eram femininas. Cabia às mulheres contar as histórias e, assim, socializar as crianças. Com o sistema colonial e o emprego do sistema de educação imperial, os homens passam a aprender a escrever e a contar as histórias. Por isso mesmo, ainda hoje, em Moçambique, há poucas mulheres escritoras", disse Paulina.

"Mesmo independentes [a partir de 1975], passamos a escrever a partir da educação europeia que havíamos recebido, levando os estereótipos e preconceitos que nos foram transmitidos. A sabedoria africana propriamente dita, a que é conhecida pelas mulheres, continua excluída. Isso para não dizer que mais da metade da população moçambicana não fala português e poucos são os autores que escrevem em outras línguas moçambicanas", disse Paulina.

Durante a bienal, foi relançado o livro Niketche, uma história de poligamia, de autoria da escritora moçambicana.

Alex Rodrigues
Edição: Lílian Beraldo

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Minhas filhinhas

As futuras donas da cabeça das minhas Ibejis   - Janaina Líra e Zaira Líra

E é hora de chamar papai...

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Será que é meu dia ainda?


Dia do Jornalismo – 7 de Abril


Ser Jornalista é ser um profissional da Informação. Sua função é coletar informações que sejam de interesse público e divulgá-las para a sociedade. Entre as especialidades da profissão, um jornalista pode ser: arquivista pesquisador, assessor de imprensa, diretor de redação, editor, jornalista, produtor de texto, repórter de televisão ou rádio, revisor, repórter fotográfico, ou uma desempregada que fica escrevendo no seu próprio blog.

Parabéns aos poetas do cotidiano, arquitetos da ortografia, artistas gramaticais que nós fazem pensar, idealizar, julgar, desacreditar, sensibilizar e o mais importante nos deixam antenados no que acontece no mundo e a nossa volta...Viva ao jornalismo, viva aos jornalistas por formação, é claro, para ser a favor do diploma na mão e fortalecer a campanha em defesa do canudo.

E vamos a pergunta que faço ao destino, ao cosmo, ao universo, a Deus e ao Diabo...O 7 ainda continua sendo o meu número da sorte? Este ano de 2012 é apocalíptico será que vai acabar sem realizar meu sonho? Vamos vê se com fim do mundo previsto acontece alguma coisa...Alacazam!!! 


P.S: Vamos denegrir essa porra!!!


    

A categoria Vip

sexta-feira, 30 de março de 2012

Me equalizando...



"Eu vou equalizar você
Numa frequência que só a gente sabe"

Todos os Fogos o Fogo: A Guerra Civil na Costa do Marfim

Todos os Fogos o Fogo: A Guerra Civil na Costa do Marfim: A Costa do Marfim já foi a jóia da coroa da África pós-colonial, mas na semana passada tornou-se cenário de mais uma guerra civil no conti...

Seja bem vinda Taslima


 "Uma nova amiga especial e que logo encontre a paz que precisa"

Minha Dearest,

Obrigado pela sua resposta para o meu e-mail,
Como está sendo o seu dia? Eu acho agradável.
O meu é um pouco quente aqui em Dakar Senegal.
Me
u nome é Taslima Issa eu sou 24years, da Costa do Marfim na África Ocidental.
Estou 5' 7 "alto, justo na tez,
Único (nunca se casou antes) eu estou atualmente residindo
no refugiado acampar aqui em Dakar Senegal como um
resultado da guerra civil que foi travada no meu país.
Meu falecido pai Dr.Issa Sowe foi o gerenciamento
Diretor da Issa empreendimentos (Ltd) e ele foi
o conselheiro pessoal para o antigo chefe de Estado
antes dos rebeldes atacaram a nossa casa uma madrugada
e matou minha mãe e meu pai sangue frio.
Era apenas mim ou seja viva agora e consegui fazer
meu caminho para um vizinho Senegal país onde eu moro
agora em um campo de refugiados e esse computador que estou usando
escrevendo para você pertencentes
um reverendo que tem uma igreja aqui no acampamento.
Meus hobbies são leitura, culinária, cinema, filmes,
dança e gosta de crianças pequenas.
Gostaria de saber mais sobre você.Seus gostos e
não gosta, hobbies e que você está fazendo atualmente.
Vou te dizer mais sobre mim no meu próximo mail.
Anexado aqui é a minha esperança de foto que você vai gostar,
Tenha um lindo dia.
Na esperança de ouvir de você mais rápido,
Yours Taslima.